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ANTIBIOTICOS E QUIMIOTERAPICOS

ANTIBIOTICOS E QUIMIOTERAPICOS

" CLINICA VETERINARIA " 

 


 

 A antibioticoterapia veterinária tem-se desenvolvido bastante com o decorrer do tempo. Entretanto, principalmente no que se refere à Clínica de Pequenos Animais, os Médicos Veterinários ainda encontram profundas limitações.

Em tempos nos quais acompanhamos o surgimento de bactérias super resistentes, e de antibióticos ainda mais potentes, torna-se evidente a necessidade de reavaliarmos a antibioticoterapia Veterinária para que possamos aumentar a vida útil dos antibióticos de uso corrente.

Muitas vezes, a falta de conhecimento técnico, com relação aos mecanismos de ação de cada base, seu espectro de ação, seus efeitos tóxicos, principais indicações e informações sobre resistência cruzada com outros antibióticos, aliado à insuficiência de arsenal terapêutico específico da linha Veterinária e à falta de recursos laboratoriais, fazem com que boa parte dos Clínicos de Pequenos Animais utilizem, de forma indiscriminada em suas terapias, potentes antibióticos de amplo espectro de ação, os quais deveriam ter seu uso restrito como alternativa terapêutica. O resultado desta conduta é uma maior pressão de seleção sobre os microorganismos, forçando o surgimento de microorganismos resistentes. Extrapolando, a proximidade da convivência entre animais de estimação e o ser humano, provavelmente contribui para que estes microorganismos alcancem o ser humano, criando dificuldades terapêuticas médicas, uma vez que o arsenal terapêutico da medicina humana é, na maior parte das vezes, compartilhado com a Medicina Veterinária.

Este trabalho visa fornecer informações ao clínico Veterinário de Pequenos Animais, contribuindo para que este possa aperfeiçoar sua conduta clínica no que se refere à antibioticoterapia.

Na primeira parte, busca-se fazer uma análise das principais classes de antibióticos de utilização na Clínica de Pequenos Animais, abordando seu mecanismo de ação, seus efeitos tóxicos e outras informações relevantes. Quando pertinente, serão analisadas bases específicas. Na segunda parte, serão abordadas sugestões de tratamentos antibióticos empíricos, seja com base no sítio da infecção, seja com base no microorganismo identificado. A abordagem destes temas ganha importância visto que nem sempre, o Médico Veterinário pode contar com uma estrutura laboratorial que permita a realização de cultura e antibiograma para que ele possa assim, instituir uma antibioticoterapia adequada. Nesta parte aborda-se também a técnica de coloração de Gram para que, ao realizá-la, possa-se ter uma idéia, o mínimo precisa possível, do agente causal. Em um terceiro momento, abordaremos cada base terapêutica, citando sua respectiva dose terapêutica recomendada pela bibliografia consultada para sua utilização em pequenos animais. Quando a dose recomendada para cães for diferente da dose recomendada para gatos, esta será especificada.

Na última parte, um levantamento de medicamentos comercialmente disponíveis nas linhas Humana e Veterinária, bem como suas apresentações é abordado, visando facilitar ao Médico Veterinário o ato de sua prescrição.


1 - b-Lactâmicos (Penicilinas e Cefalosporinas)

 

São antibióticos bactericidas que atuam impedindo a síntese da parede celular bacteriana ao atuarem na transpeptidação. É importante ressaltar que estes antibióticos não têm qualquer efeito sobre a parede celular já formada, portanto, a condição essencial para a sua utilização é de que os microorganismos estejam se multiplicando (fase de crescimento logarítmico).

 

1.1 – Penicilinas

 

As penicilinas podem ser consideradas como antibióticos muito pouco tóxicos, uma vez que atuam em uma estrutura que não existe nas células dos animais. Entretanto, podem ocorrer reações alérgicas, embora sejam muito mais comuns na espécie humana. Estas reações manifestam-se como reações cutâneas sem nenhuma gravidade, mas podendo chegar até mesmo ao choque anafilático. As reações alérgicas ocorrem com mais frequência com as penicilinas naturais que com as sintéticas. Estas reações são raras na Medicina Veterinária, não sendo usual o teste para reação alérgica a este antibiótico, nas espécies animais.

As penicilinas se distribuem por vários tecidos tendo dificuldade para atravessar a barreira cérebro-sangue íntegra. Não são biotransformadas pelo organismo, sendo eliminadas pelos rins.

Seu espectro de ação é variável conforme a base utilizada. Este espectro de ação aumenta conforme a geração da base (penicilinas de segunda geração, como a ampicilina, apresentam espectro de ação maior que as penicilinas de primeira geração e assim por diante).

 

1.2 – Cefalosporinas

 

Com aplicação limitada em Veterinária, em parte devido ao seu alto custo, estes antibióticos apresentam características farmacocinéticas semelhantes àquelas das penicilinas. São considerados antibióticos pouco tóxicos, embora a experiência clínica em animais seja pequena.

 

 

2– Quimioterápicos

 

2.1 – Sulfas

 

            São antibióticos de amplo espectro de ação, efetivos contra bactérias Gram-positivas e algumas Gram-negativas, como Enterobacteriacceae. Tem ainda ação contra Toxoplasma sp e alguns protozoários, como Coccidia.

Na década de 70, foi descoberto trimetoprim. Esta substância, associada à uma sulfa potencializa a ação antimicrobiana desta última.

            As sulfonamidas, quando administradas em concentrações terapêuticas, são bactericidas. Mas nestas concentrações, podem causar graves reações adversas ao hospedeiro.

            Enquanto as sulfas agem como um antimetabólito impedindo a formação do ácido diidropteróico na síntese de DNA e RNA bacteriano, o trimetoprim age impedindo a formação do ácido tetraidrofólico, também essencial no mesmo processo bacteriano. Ambas as substâncias (sulfas e trimetoprim) agem por antagonismo competitivo, substituindo os ácidos p-aminobenzóico e diidrofóbico respectivamente no metabolismo bacteriano. Como se trata de antagonismo competitivo entre sulfas e PABA, a alta concentração de um deles desloca o outro. Deste modo, deve-se evitar o uso concomitante de compostos derivados do PABA, como por exemplo, a procaína, um anestésico local.

            As sulfas se distribuem amplamente pelos tecidos do organismo, atravessando as barreiras hematoencefálica e placentária, podendo apresentar níveis fetais semelhantes aos plasmáticos. Estes antimicrobianos são biotransformados pelo fígado e eliminados, por filtração glomerular, pelos rins.

            Os efeitos tóxicos podem ser agudos ou crônicos. A toxicidade aguda é bastante rara e está associada à altas doses ou à administração endovenosa rápida. Os sintomas são salivação, diarréia, hiperpnéia, excitação, fraqueza muscular e ataxia. A toxicidade crônica mais comumente observada é a cristalúria sulfonamídica (devido à precipitação das sulfas nos túbulos contorcidos renais). Os principais sintomas observados são a diminuição da micção, dor, hematúria e cristalúria. Outros efeitos tóxicos são raros e associados ao uso prolongado. São descritas anemia aplástica, trombocitopenia e eosinofilia. Em cães relatou-se o aparecimento de alergia.

            A dose inicial das sulfas deve ser maior do que as doses de manutenção subsequentes (de maneira geral, o dobro da dose de manutenção). Para cães e gatos, as principais indicações das sulfas incluem infecções do trato urinário, respiratório e pele, nocardiose e toxoplasmose.

 

2.2 – Quinolonas

 

            O uso mais frequente na Medicina Veterinária são das fluorquinolonas, ou quinolonas de segunda geração. São antibióticos de amplo espectro de ação, que agem contra Enterobacteriaceae e P. aeruginosa, sendo que a ciprofloxacina e a ofloxacina possuem ainda atividade contra Chlamydia sp, Mycoplasma sp, e Legionella sp. As quinolonas de terceira geração, a levofloxacina e a esparfloxacina, além de atuarem nos microorganismos sensíveis às quinolonas de segunda geração, são eficientes no combate ao Streptococcus pneumoniae. Deverá estar disponível em breve, no mercado, a quinolona de quarta geração, a trovofloxacina, que também possui atividade contra anaeróbios. Estes antibióticos são bactericidas que agem sobre a DNA girase bacteriana.

            Apresentam ampla distribuição nos tecidos e ligam-se muito pouco com proteínas plasmáticas. As fluorquinolonas são parcialmente biotransformadas, sendo excretadas na urina e na bile, em altas concentrações como substância ativa.

            As quinolonas são, de maneira geral bem toleradas. Por outro lado, existem alguns efeitos tóxicos já bem documentados. Entre eles, destaca-se danos na cartilagem articular de cães jovens. Portanto, a utilização de qualquer fluorquinolona é contra-indicada para animais nesta faixa etária. Recomenda-se também, administrar quinolonas com precaução a pacientes com insuficiência renal, uma vez que a maior parte é excretada por esta via. Em tratamentos prolongados de cães (período superior a três meses), têm-se relatado alteração da espermatogênese e/ou atrofia testicular.

            Paralelamente, existem algumas interações medicamentosas dignas de nota envolvendo as quinolonas. Quando administradas com metilxantinas, podem provocar toxicidade do SNC (incluindo convulsões). Em conjunto com AINES, podem provocar excitação do SNC. Além disso, antiácidos contendo Al, Mg, Ca, Zn e sucralfato, bem como produtos à base de ferro, e multivitamínicos contendo Zn diminuem significativamente a biodisponibilidade da quinolona.

 

 

2.3 – Derivados do Nitrofurano

 

Este grupo de quimioterápicos possuem amplo espectro de ação contra bactérias Gram-positivas e Gram-negativas e alguns fungos e protozoários. Dependendo da concentração utilizada, podem ser bactericidas ou bacteriostáticos. Raramente ocorre resistência a estes antimicrobianos. Os efeitos tóxicos estão relacionados ao uso sistêmico e incluem diáteses hemorrágicas com trombocitopenia, anemia, aumento do tempo de sangramento, efeitos ao nível de SNC, anorexia e vômitos.

 

2     - Aminoglicosídeos

 

Esta classe de antibióticos agrupa a estreptomicina, neomicina, paramomicina, canamicina, espectinomicina, gentamicina, sisomicina, ribostamicina, entre outros. São antibióticos com espectro de ação relativamente curto, com atividade predominantemente sobre microorganismos Gram-negativos. Por este motivo, é comum encontrarmos preparações comerciais que associam estes antimicrobianos à penicilinas naturais. Os aminoglicosídeos mais modernos têm espectro de ação maior, inclusive atuando sobre Pseudomonas aeruginosa.

Estes antibióticos interferem na síntese protéica bacteriana promovendo a formação de proteínas defeituosas.

Todos os aminoglicosídeos causam, em maior ou menor grau, ototoxicidade e nefrotoxicidade. A administração de aminoglicosídeos pode causar bloqueio neuromuscular de intensidade variável. Pode ocorrer apnéia após injeção intravenosa rápida, ou quando há uso concomitante de bloqueadores neuromusculares ou de alguns anestésicos.

Os aminoglicosídeos mais modernos (trombamicina, netilmicina) possuem maior índice terapêutico, diminuindo os riscos de ototoxicidade e nefrotoxicidade. Por outro lado, a toxicidade da neomicina é grande, fazendo com que seu uso restrinja-se à infecções entéricas (uma vez que não é absorvida), ou aplicações tópicas.

Estes antibióticos não são biotransformados no organismo, ligam-se pouco às proteínas plasmáticas e são eliminados pelos rins através de filtração glomerular.

 

 

 

3 - Polimixinas

 

            De uso terapêutico, encontram-se disponíveis as Polimixinas B e E (também chamada colistina). A polimixina B tem maior atividade antimicrobiana. São antibióticos bactericidas que interferem na seletividade da membrana plasmática bacteriana. Apresentam espectro de ação relativamente curto, atuando preferencialmente sobre bacilos entéricos Gram-negativos. Todas as bactérias Gram-positvas são resistentes às polimixinas. Ligam-se moderadamente às proteínas plasmáticas e sua distribuição no organismo é pobre.

            A administração sistêmica das poilimixinas pode causar nefrotoxicidade, neurotoxicidade e bloqueio muscular. A polimixina E (colistina) é menos tóxica que a polimixina B.

 

4 – Bacitracina

 

            Devido à sua nefrotoxicidade, seu uso limita-se à aplicações tópicas.

 

5 – Vancomicina

 

            Atua sobre cocos Gram-positivos. A resistência à vancomicina é rara. Esta droga é eliminada de forma ativa pelos rins, não é absorvida pelo organismo por via oral, mas é ativa na luz intestinal. Pouco se sabe sobre os efeitos tóxicos da vancomicina nos animais. Na espécie humana, seus efeitos tóxicos incluem irritação tecidual, tromboflebite, nefrotoxicidade e neurotoxicidade com o uso de altas doses ou em pacientes com insuficiência renal.

 

6 – Tetraciclinas

 

            Classificados como antibióticos de largo espectro de ação, as tetraciclinas atuam sobre bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, clamídias, riquétsias e sobre alguns protozoários. Elas inibem a síntese protéica dos organismos sensíveis, ligando-se aos ribossomas. São antibióticos bacteriostáticos.

            Ganhou importância recentemente o surgimento de resistência às tetraciclinas medida por plasmídeos. A injeção intramuscular provoca dor. A presença de alimentos no trato digestivo prejudica a absorção das tetraciclinas, exceto da minociclina e da doxiciclina. Pelo fato de ligarem-se ao cálcio, podem provocar efeitos cardiovasculares (arritmias) além de deposição no tecido ósseo e dentes. Por este motivo, fica contra-indicada sua utilização em animais jovens e fêmeas prenhes, visto que esta droga atravessa a barreira placentária podendo provocar deformidades ósseas fetais. São efeitos tóxicos comuns com o uso das tetraciclinas, náuseas, vômitos e diarréia. Quando administradas por via oral, alteração da microflora intestinal (parte da droga é eliminada pelas fezes), e efeitos tóxicos em células hepáticas e renais. Os danos renais são especialmente verificados com a utilização de tatraciclinas com prazo de validade vencido.

 

7 – Cloranfenicol e análogos

 

            São antibióticos de largo espectro de ação que agem inibindo a síntese protéica dos microorganismos sensíveis. A resistência bacteriana á mediada por plasmídeos. Há resitência cruzada entre o cloranfenicol e outros antibióticos, como os macrolídeos e as lincosamidas. Estas drogas são metabolizadas no fígado e eliminadas em conjugação com o ácido glicurônico, sendo que parte dela é eliminada intacta pela urina, através de filtração glomerular (10% em cães e 20% em gatos). Manifestações digestivas como vômitos e diarréia assim como reações alérgicas são ocasionalmente descritas em cães e gatos.

 

8 – Macrolídeos e Lincosamidas

 

            De espectro de ação intermediário, agem inibindo a síntese protéica bacteriana. A resistência cromossômica desenvolve-se facilmente. A resistência por plasmídeos também ocorre e é mais estável. São biotransformados pelo fígado e parcialmente eliminados pelos rins. Mesmo administrados por via parenteral, podem ser eliminados de forma ativa pela bile e reabsorvidos pela circulação portal. Os macrolídeos podem provocar reações teciduais quando da administração intramuscular, intravenosa ou intramamária. Distúrbios gastrointestinais ocorrem na maioria dos animais que recebem estes antibióticos (macrolídeos). Em cães e gatos as lincosamidas são pouco tóxicas, ocorrendo raramente vômitos e diarréias.


Coloração de Gram
 
 
Sempre que possível, o Médico Veterinário deve ter a preocupação de efetuar exames que posssam guiar a escolha do antibiótico que vai utilizar na terapia prescrita.
Entretanto, bem sabemos que muitas vezes, seja pela falta de recursos laboratoriais imediatos, seja pela urgência do tratamento, o resultado dos exames laboratoriais passam a ser confirmativos ou até mesmo impossível a realização destes exames. Por outro lado, mesmo a escolha empírica de um antibiótico deve seguir parâmetros mínimos para que a terapia de escolha tenha maior chance de sucesso. Uma técnica simples que pode ser utilizada como rotina para uma determinação do tipo de microorganismo com o qual o clínico está lidando é a coloração de Gram. Com a realização desta técnica simples, o clínico aumenta em muito as chances de uma escolha acertada. Mesmo quando a realização desta técnica é impossível, existem maiores chances de que se consiga estimar o microorganismo patogênico envolvido de modo que se possa instituir uma terapia mais adequada.
 
Técnica de Coloração de Gram
 
·        Preparação do esfregaço do material a ser estudado.
·        Cobre-se o esfregaço com cristal violeta por 1 minuto.

·        Retira-se o excesso de cristal violeta em um filete de água.

·        Acrescentar lugol sobre o esfregaço e aguardar 1 minuto.

·        Inclinar a lâmina e lavá-la por 30 segundos com álcool.

·        Lavar em filete d’água.

·        Cobrir o esfregaço com fuscina por 30 segundos.

·        Lavar novamente em filete de água e secar com papel de filtro ou à chama do bico de bunsen.

·        Acrescentar óleo de imersão e observar em objetiva de 100X. As bactérias Gram (+) coram-se em roxo e as Gram (-) em vermelho.


3     Tratamento Antibiótico Empírico considerando o sítio da infecção:

 

 

Fonte da Infecção

Organismo Provável

Antibiótico Eficaz

 

Trato uro-genital, cavidade oral

 
Streptococcus

 

Penicilinas

 

 

Pele, trato uro-genital, osteomielite, discoespondilite

 

Staphilococcus

 

Amoxicilina-clavulanato; cefalosporinas; gentamicina; clindamicina; oxacilina; trimetoprim-sulfametoxazol

 

 

Ferimentos traumáticos, tratos alimentar ou uro-genital

 

Escherichia coli

 

Amoxicilina-clavulanato; cefazolina; gentamicina; enrofloxacina; amicacina

 

 

Infecção de tecidos moles em gatos, trato respiratório

 

Pasteurella

 

Amoxicilina; ampicilina; cefazolina; cloranfenicol

 

 

Trato urinário, queimaduras

 

Pseudomonas

 

Ticarcilina; ciprofloxacina

 

 

Abcessos, trato respiratório

 

Bacterioides fragilis

 

Amoxicilina-clavulanato

 

 

Trato genito-urinário

 

 

Proteus

 

Amoxicilina-clavulanato; amicacina; cefazolina

 

 

Hospitalar, trato respiratório ou alimentar

 

 
Kleibsiella

 

Amicacina; enrofloxacina; cefazolina

 

Fonte – Cirurgia de Pequenos Animais – Joseph Harari

 

Tratamento antibiótico empírico considerando o agente causador

 

 

Medicamento de Eleição

Microorganismo

1a Escolha

2a Escolha

 

 

 

Cocos Gram-Positivos Aeróbicos

 

 

Sensível à Penicilina G

Penicilina G

Cefalosporinas de 1a Geração

Resistente à Penicilina G

Meticilina, Oxacilina,

Nafcilina

Cefalosporinas de 1a Geração

Sensível/Resistente

à Penicilina G

Penicilina G

Cefalosporinas de 1a Geração

Estreptococus

Penicilina G

Cefalosporinas de 1a Geração, eritromicina

Estreptococus b-hemolíticos

Penicilina G

Trimetoprim-sulfametoxazol

 

 

 

Bastonetes Gram-positivos aeróbicos

 

 

Actinomyces sp

Penicilina G

Tetraciclinas

Bacillus anthracis

Penicilina G

Cefalosporinas de 1a Geração

Bacillus cereus

Penicilina G

Cefalosporinas de 1a Geração

Corynebacterium sp

Penicilina G

Eritromicina

Erysipelothrix rhusiopathiae

Penicilina G

Tetraciclinas

Listeria monocytogenes

Ampicilina

Tetraciclinas

Mycobacterium sp

Tratamento discutível

Nocardia

Trimetoprim-sulfametoxazol

Eritromicina, minociclina

Rhodococcus equi

Eritromicina-rifampina

Penicilina-gentamicina

 

 

 

Bastonetes Gram-negativos aeróbicos

 

 

Actinobacillus equuli

Aminoglicosídeos

Trimetoprim-sulfametoxazol

Bordetella bronchiseptica

Trimetoprim-sulfametoxazol

Tetraciclinas

Brucella canis

Minociclina-estreptomicina

Trimetoprim-sulfametoxazol

Escherichia coli

Aminoglicosídeos, Cefalosporinas de 3a Geração.

Cefalexina, Trimetoprim-sulfametoxazol, aminoglicosídeos, Cefalosporinas de 1a Geração

Haemophilus pleuropneumoniae

Trimetoprim-sulfametoxazol

Penicilina G

Haemophilus somnus

Penicilina G

Tetraciclinas

Haemophilus suis

Penicilina G

Trimetoprim-sulfametoxazol

Klebsiella pneumoniae

Idem Escherichia coli

 

 

 

Medicamento de Eleição

Microorganismo

1a Escolha

2a Escolha

 

 

 

Pasteurella haemolytica

Aminoglicosídeos

Trimetoprim-sulfametoxazol

Pasteurella multocida

Penicilina G

Trimetoprim-sulfametoxazol

Proteus mirabilis

Ampicilina

Cefalexina

Pseudomoas aeruginosa

Aminoglicosídeos

Carbenicilina, ticarcilina

Salmonella sp

Trimetoprim-sulfametoxazol

Cloranfenicol

Yersinia enterocolítica

Trimetoprim-sulfametoxazol

Ampicilina

 

 

 

Espiroquetas

 

 

Borrelia burgdorferi

Tetraciclinas

Penicilina

Leptospira interrogans

Ampicilina, Penicilina G

Minociclina, doxiciclina

Treponema hyodysenteriae

Tiamulin

Metronidazol

Campylobacter jejuni

Eritromicina

Furazolidona

 

 

 

Bactérias Gram-positivas anaeróbicas

 

 

Clostridium perfringens

Penicilina G

Cloranfenicol

Bacterioides fragilis

Clindamicina

Metronidazol

 

 

 

Bactérias Gram-negativas anaeróbicas

 

 

Mycoplasma

Tetraciclinas

Tiamulim

Clamydia psittaci

Tetraciclinas

Eritromicina

Rickettsia, Ehrlichia sp

Tetraciclinas

Cloranfenicol

 

 

 

Adaptado de Spinoza, H. S. ; Górniak, S. L. & Bernardi, M. M. – Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária – 2a Edição – Guanabara Koogan – 1999, p. 363 e 364.


 

Distribuição das diferentes classes de antibióticos no organismo:

 

 

 

Sangue

Cérebro

Pulmão

Coração

Fígado

Rim

Urina

Pele

Ossos

LIC

Leite

Penicilinas

++++

0/+

+++

+

+++

++++

++++

+++

+

0

+

Cefalosporinas

++++

0/+

+++

+

+++

++++

++++

+++

+

0

+

Aminoglicosídeos

++++

+++

+++

++

+++

++++

++++

++

+

0

+

Polimixinas

++++

++

++

++

+

+++

++++

?

?

0

+

Tetraciclinas

++++

++

++++

+++

++++

++++

+++

++++

+++

+++

+++

Cloranfenicol

++++

++++

++++

++++

++++

++++

++

+++

+

+++

+++

Macrolídeos

++++

+

++++

+++

++++

+++

+

+++

++

+++

?

Lincosamidas

++++

+

++++

+++

++++

+++

+

++++

++++

+++

?

Rifamicinas

++++

+

++++

++

++++

++

+

+++

+++

+++

++

Não existem dados referentes à distribuição dos quimioterápicos na bibliografia consultada.

 


Antibióticos de uso frequente em Pequenos Animais

(Apenas produtos encontrados no Brasil)

 

1 - b-lactâmicos (Penicilinas e Cefalosporinas).

 

1.1 – Penicilinas de 1a Geração

 

1.1.1 – Penicilinas Naturais

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Penicilina G cristalina

(sódica* ou potássica)

 

*apenas dispnível no mercado na forma de associações.

20.000 a 40.000 U/Kg q 6h IM, IV.

Megapen (H).

Penicilina G benzatina

40.000 U/Kg q 72h – IM.

Benzetacil (H)

 

1.1.2 – Penicilina Biossintética

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Penicilina V

10 mg/Kg q 6h - PO

Pen-Ve-Oral (H), Meracilina (H), Oracilin (H).

 

 

1.1.2 – Penicilina Semi-Sintéticas (Resistentes às penicilinases)

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Oxacilina

22 – 40 mg/Kg, q 8h, PO

Oxacilina (Sanus) (H)

Dicloxacilina

11 – 55 mg/Kg, q 8h, IM, IV, PO

Dicloxacilina Royton (H)

 

 

1.1.3 – Penicilinas Naturais Associadas

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Penicilina G benzatina (600.000 U), Penicilina G procaína (300.000 U), Penicilina G potássica (300.000 U), sulfato de dihidroestreptomicina (250 mg) e sulfato de estreptomicina (250 mg)

1 ml da solução, IM, em dose única.

Pentabiótico Veterinário – Pequeno Porte (V)

Penicilina G sódica (500.000 U), Penicilina G procaína (2.500.000 U), Sulfato de Dihidroestreptomicina (3g) Tripsina (10.000 NFU), Quimiotripsina (5.000 NFU)

0,5 ml da solução, IM, q 24h, por 3 a 5 dias.

Pentacilin (V)

1.2 – Penicilinas de 2a Geração

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Ampicilina sódica

20 a 30 mg/Kg, IV, IM, q 6 – 8h.

Binopen (H)

Ampicilina sódica + Ampicilina trihidratada

20 a 30 mg/Kg, IV, IM, q 6 – 8h.

20 a 40 mg/Kg, PO, q 8h

Binotal (H)

Amoxicilina trihidratada

10 a 20 mg/Kg, q 8 – 12h, IM, SC, PO.

Bactrosina (V), Amoxifar (H), Amoxil (H), Amoxi-ped (pediátrico) (H).

 

 

 

 

 

1.3 – Penicilinas de 3a Geração

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Carbenicilina dissódica

40 – 50 mg/Kg (até 100 mg/Kg) q 6 – 8h, IV, IM, SC.

Carbenicilina (Royton) (H)

Ticarcilina

33 – 50 mg/Kg, q 4 – 6h, IV, IM.

Timentin (H)

 

            1.4 – Penicilinas de 4a Geração – Ainda pouco estudadas na Medicina Veterinária, tendo, por isso, seu uso restrito e ainda não recomendado. Pertencem à este grupo as acilureidopenicilinas (azlocilina e mezlocilina) e a piperazilinopenicilina (piperacilina).

 

            1.5 – Cefalosporinas

 

1.5.1 – Cefalosporinas de 1a Geração

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Cefalotina

20 – 40 mg/Kg – q 6 – 8h, IV

Keflin (H)

Cefazolina

20 – 25 mg/Kg – q 4 – 8h, IV, IM.

Kefazol (H)

Cefalexina

10 – 30 mg/Kg, q 6 – 12h, PO

Rilexine (V), Ceporexin (H), Keflex (H)

Cefadroxil

15 - 30 mg/Kg, q 8 –12h, PO

Cefamox (H), Drocef (H)

 

1.5.2 – Cefalosporina de 2a Geração

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Cefoxitina

25 – 40 mg/Kg – q 8h, IV, IM.

Cefoxitina 1g (H), Mefoxin (H).

 

1.5.3 – Cefalosporinas de 3a Geração

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Cefotaxima

20 – 40 mg/Kg, q 6h, IV, IM.

Claforan (H)

Cefoperazona

30 mg/Kg, q 6 – 8h, IV, IM.

Cefobid (H)

 

2     – Quimioterápicos

 

2.1 – Sulfas e suas associações

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Sulfadiazina argêntica

Tópico

Dermazine (H)

Sulfacetamida sódica

Tópico

Oto-biotic (H), Paraqueimol (H), Sulnil (H), Vagi-sulfa (H).

(todos associados a outros agente antimicrobianos)

Mafenida

Tópico

Otosulf (H)

Sulfametoxazol + Trimetoprim

15 mg/Kg, IV, PO, q 12h.

Bactrim (H)

Sulfadiazina + Trimetoprim

15 mg/Kg, IV, PO, q 12h.

Tribissem (V)

 

 

2.2 - Quinolonas

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Enrofloxacina

2,5 a 5,0 mg/Kg, q 12h, PO, IM.

5,0 mg/Kg, q 24h, PO, IM

Flotril (V), Baytril (V)

Norfloxacina

22 mg/Kg, q 12h, PO

Floxacin (H), Norfloxacina (H).

Ciprofloxacina

5 – 15 mg/Kg, q 12h, PO

Ciflox (H), Cipro (H), Procin (H), Quinoflox (H).

 

 

2.3 – Derivados Nitrofurânicos

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Nitrofurazona

Tópico

Furacin (H/V),

Nitrofurazona(H)

Nitrofurantoína

Cães: 4,4 mg/Kg, q 8h, PO

Gatos: 4,0 mg/Kg, q 6h, PO

Macrodantina (H), Urofuran (H), Urogen (H).

Furazolidona

2 – 4 mg/Kg, q 12h, PO

Giarlam (H)

Metronidazol

Cães: 25 – 65 mg/Kg, por 5 dias, PO

Gatos: 10 – 25 mg/Kg, por 5 dias, PO

Flagyl (H)

 

3 – Aminoglicosídeos

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Estreptomicina e Dihidroestreptomicina

8 – 15 mg/Kg, q 8 – 12h, IM, SC.

Pen & Strep (V)

Amicacina

4 – 10 mg/Kg, q 8 – 12 h,  IM, SC.

Novamicin (H)

Neomicina

10 – 20 mg/Kg, q 6 – 12h, PO.

Dimicin (assoc.) (H)

Gentamicina

Cães: 2 – 4 mg/Kg, q 6 – 8h, ou 6 mg/Kg, q 24h, IV, IM, SC.

Gatos: 3 mg/Kg, q 8h, IV, ou q 6h, IM, SC.

Gentocin (V)

Tobramicina

1 – 2 mg/Kg, q 6 – 8h, IV, IM.

Tobramicina (H)

Netilmicina

4 – 8 mg/Kg, q 8 – 12h, IV, IM.

Netromicina (H)

 

4 – Polimixinas

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Polimixina B

2,5 mg/Kg, q 12h, IM

5,0 mg/Kg, q 12h, PO

Lidosporin (H), Otosporin (H), Terramicina com Polimixina B (pomada oftálmica e tópica) (H)

(No Brasil, apenas estão disponíveis apresentações de uso tópico.)

 

5 - Bacitracina

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Bacitracina

Tópica

Diversas apresentações de uso otológico, oftálmico, cremes e pomadas.

 

6 - Vancomicina

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Vancomicina

20 mg/Kg, q 12h, IV, diluída em pelo menos 200 ml de soro glicosado, ou

5 – 10 mg/Kg, q 12h, PO

Vancocina (H),

Vancomicina (H).

 

7 – Tetraciclinas, Cloranfenicol e Análogos

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Tetraciclina

15 – 20 mg/Kg, q 6 – 8h, PO.

Tetrex (H),

Oxitetraciclina

20 mg/Kg, q 12h, PO

10 mg/Kg, q 12h, IV, IM

Terramicina Oral (H), Terramicina (H)

Doxiciclina

3 – 5 mg/Kg, q 12h, PO

Vibramicina (H),

Doxiciclina (H).

Minociclina

3 – 5 mg/Kg, q 12h, PO

Minomax

Cloranfenicol

Cães: Ataque: 50 – 100 mg/Kg, PO, IV, IM, SC.

Manutenção: 25 – 50 mg/Kg, q 8h, PO, IV, IM, SC.

Gatos: Ataque: 50 – 100 mg/Kg, PO, IV, IM, SC.

Manutenção: 25 – 50 mg/Kg, q 12h, PO, IV, IM, SC.

Quemicetina (H),

Sintomicetina (H).

 

8 – Macrolídeos, Lincosamidas e Rinfampicina.

 

Base

Dosagem

Nomes Comerciais

Eritromicina (base, estolato)

10 – 20 mg/Kg, q 8 – 12h, PO

Eritrex (H), Eritrofar (H)

Lincomicina

15 – 25 mg/Kg, q 8 – 12h, PO

10 – 20 mg/Kg, q 12 – 24h, IM, IV

Frademicina (H), Macrolin (H)

Clindamicina

5 – 10 mg/Kg, q 8h, PO ou

3 – 5 mg/Kg, q 8 – 12h, IM, IV

Dalacin-C (H)

Rifampicina

10 – 20 mg/Kg, q 24h, PO

Rifaldin (H)

 

Antibióticos da Linha Veterinária

 

 

Nome Comercial

Apresentação

Preço

Bactrosina

(Amoxicilina)

Frasco-ampola de 20 ml de solução à 172,2 mg/ml

 

Baytril

(Enrofloxacina)

Solução injetável à 10%

 

Comprimidos de 50 mg

 

Flotril

(Enrofloxacina)

Solução injetável à 2,5%

 

Comprimidos de 50 mg

 

Furacin

(Nitrofurazona)

Bisnaga c/ 30 g

 

Pote c/ 500 g

 

Frasco c/ 500 ml de solução

 

Pen & Strep

(Penicilinas e estreptomicina)

Frasco-ampola de 50 ml

 

Frasco-ampola de 100 ml

 

Pentabiótico Veterinário – Pequeno Porte

(Penicilinas e estrepomicina)

Frasco-ampola

 

Pentacilin

(Penicilinas e estreptomicina)

Frasco-ampola

 

Rilexine

(Cefalexina)

Caixa com 16 comp de 75 mg

 

Caixa com 12 comp de 300 mg

 

Caixa com 24 comp de 300 mg

 

Tribissem

(Trimetoprim-sulfadiazina)

Frasco com 15 ml

 

Ampola com 5 ml

 

 


Antibióticos da Linha Humana – Apresentações e Preços

 

Nome Comercial

Apresentação

 

Preço

Amoxifar

(Amoxicilina)

24 cápsulas de 500 mg

 

S.O.: 125 mg/5 ml

 

S.O.: 250 mg/5 ml

 

S.O.: 500 mg/5 ml

 

Amoxil

(Amoxicilina)

S.O.: 80 ml – 125 mg/5ml

 

S.O.: 150 ml – 125 mg/5ml

 

S.O.: 150 ml – 250 mg/5ml

 

S.O.: 150 ml – 500 mg/5ml

 

15 cápsulas de 500 mg

 

21 cápsulas de 500 mg

 

Amoxi-ped

(Amoxicilina)

S.O.: 80 ml – 125 mg/5ml

 

S.O.: 150 ml – 250 mg/5ml

 

S.O.: 150 ml – 500 mg/5ml

 

Bactrim

(Trimetoprim-sulfametoxazol)

Caixa com 20 comprimidos

 

Suspensão Pediátrica – 100 ml

 

Bactrim F

(Trimetoprim-sulfametoxazol)

Caixa com 10 comprimidos

 

Suspensão – 100 ml

 

Bactrim – Infusão Venosa

(Trimetoprim-sulfametoxazol)

Ampola – 5 ml

 

Benzetacil

(Penicilina G benzatina)

600.000 U

 

1.200.000 U

 

Binopen

(Ampicilina)

Caixa c/ 12 comp. de 500 mg

 

Frasco-ampola – 500 mg

 

Frasco-ampola – 1g

 

Binotal

(Ampicilina)

Caixa c/ 12 comp. de 500 mg

 

Caixa c/ 18 comp. de 500 mg

 

Caixa c/ 12 comp. de 1000 mg

 

Caixa c/ 18 comp. de 1000 mg

 

Frasco-ampola – 500 mg

 

Frasco-ampola – 1000 mg

 

Carbenicilina (Royton)

(Carbenicilina)

Frasco-ampola – 1g

 

Frasco-ampola – 5g

 

Cefamox

(Cefadroxil)

8 cápsulas de 500 mg

 

48 cápsulas de 500 mg

 

Comprimidos revestidos de 1g

 

Suspensão oral – 250 mg/5 ml

 

Cefobid (Cefobid)

Frasco-ampola – 1g

 

Cefoxitina 1g (Cefoxitina)

Frasco-ampola – 1g

 

Ceporexin

(Cefalexina)

Caixa c/ 8 comp. de 500 mg

 

Caixa c/ 40 comp. de 500 mg

 

Ciflox

(Ciprofloxacina)

Blister c/ 6 comp. de 250 mg

 

Blister c/ 14 comp. de 250 mg

 

Blister c/ 6 comp. de 500 mg

 

Blister c/ 14 comp. de 500 mg

 

 

Nome Comercial

Apresentação

 

Preço

Cipro

(Ciprofloxacina)

6 comp. de 250 mg

 

14 comp. de 250 mg

 

6 comp. de 500 mg

 

14 comp. de 500 mg

 

Solução para infusão à 0,2% - 100 ml

 

Solução para infusão à 0,2% - 200 ml

 

Claforan

(Cefotaxima)

500 mg

 

1000 mg (1g)

 

Dalacin-C

(Clindamicina)

300 mg

 

Cápsulas

 

injetável

 

Dermazine

(Sulfadiazina)

Tubo – 50g

 

Pote – 400 g

 

Dicloxacilina Royton

(Dicloxacilina)

Suspensão Injetável – 250 mg

 

Suspensão Injetável – 500 mg

 

Cápsulas de 250 mg

 

Cápsulas de 500 mg

 

Suspensão – 62,5 mg/5ml

 

Suspensão – 125 mg/5ml

 

Dimicin

(Ftalilsulfadiazol e Neomicina)

Caixa c/ 20 comprimidos

 

Frasco c/ 60 ml de suspensão

 

Doxiciclina (Neo-Química)

(Doxicilina)

Caixa c/ 15 drágeas de 100 mg

 

Doxiciclina (Neovita)

(Doxicilina)

3 drágeas de 100 mg

 

15 drágeas de 100 mg

 

Frsc. c/ 60 ml de xrpe – 50 mg/5ml

 

Doxiciclina (Teuto Brasileiro)

(Doxicilina)

3 drágeas de 100 mg

 

15 drágeas de 100 mg

 

Frsc. c/ 60 ml de xrpe – 50 mg/5ml

 

Doxiciclina (União Química)

(Doxicilina)

Caixa c/ 15 drágeas de 100 mg

 

Drocef (Cefadroxil)

Caixa c/ 8 cápsulas de 500 mg

 

Eritrex

(Eritromicina)

Bisnaga c/ 30 g de creme

 

Vd. C/ 120 ml de solução tópica

 

Eritrofar

(Eritromicina)

Caixa c/ 8 drágeas de 500 mg

 

Suspensão – 125 mg/5ml

 

Suspensão – 250 mg/5ml

 

Flagyl (metronidazol)

Caixa c/ 20 comp. de 250 mg

 

Flagyl Injetável

(Metronidazol)

Bolsa plástica – 500 mg

 

Bolsa plástica – 1.500 mg

 

Flagyl 400 (Metronidazol)

Caixa c/ 24 comp. de 400 mg

 

Flagyl Pediátrico (Metronidazol)

Frasco - 120 ml de susp. 40 mg/ml

 

Floxacin (Norfloxacina)

Caixa c/ 14 comp. de 400 mg